segunda-feira, 2 de setembro de 2019

EU, TOURO BRANCO!


      Não! Os imigrantes árabes e africanos não estão invadindo a Europa por conta de um plano conspiratório da elite globalista e da Nova Ordem Mundial comprometida em destruir as bases da civilização clássica ocidental (pra quê? com que finalidade? Quem planeja e executa? Um Sérgio Chapelin poderia perguntar em um Globo Repórter fajuto sobre o tema). Fosse assim e muito facilmente as instituições saberiam identificar a conspiração! Eles são estimulados a migrarem por conta das facilidades oferecidas e, o leitmotiv dessa onda migratória não é outro senão o apetite sexual do Europeu libertino e hedonista. Quando mais ricos, no passado, os europeus viviam viajando pelo mundo inteiro, em busca de corpos belos e exóticos, eu mesmo presenciei levas de turistas europeias em Salvador, no fim do século passado, vagando pelo Pelourinho e assanhadas como amazonas com fogo no toco em busca de homens negros (abro um parênteses para relatar o sofrimento dos homens negros com o racismo implícito nessa invasão de vaginas loiras {agora abro chaves para falar das prostitutas italianas que pintavam os pelos pubianos de loiro para atrair soldados americanos no fim da II Guerra Mundial, pelas ruas miseráveis da Sicília destruída pelas bombas}): achavam elas, as gringas no pelourinho, que o negro, por estar mais perto do animal, do macaco darwiniano, eram mais potentes no sexo e, por conta dessa crença, exigiam dos amantes negros uma performance sexual que eles, coitados, jamais conseguiriam efetuar e viviam deprimidos quando elas os abandonavam decepcionadas (recordo-me de ter consolado uma alemã que se queixava do seu namorado negro, capoeirista e dançarino do Olodum, por este só dar duas e dormir exausto. Disse-lhe então que ele certamente sofria com essa pressão racista e que, talvez, com sua esposa negra, lá em Baixa de Coutos, ele até que podia dar uma gloriosa terceira bimbada, mas que o ideal seria ela procurar um baiano branco do interior se era mesmo uma surra de pepino o que ela precisava. Quando ela me perguntou: _ aber wo werde ich es finden? "ONDE EU VOU ENCONTRAR ISSO?" O papai aqui {não contem pra ninguém que eu sou um cafajeste, respondia batendo no peito: _ ASSÔÔÔ! [abro, por fim, um colchete, para falar que, muitas vezes, eu nem esperava essa decepção se abater. Aproximava-me de uma loira platinada e visivelmente entediada, ao lado de um negro rebolativo e sensual, e, usando da baixa frequência sonora livre no ouvido de quem está embaixo de um trio elétrico, sussurrava no ouvido dela, em um clássico e universal inglês de Cambridge: _ BOTA O GAROTO PRA DORMIR QUE EU TENHO COISA MELHOR PARA TE OFERECER]})... Tem certeza que vocês querem mesmo que eu continue falando da crise migratória europeia? Acho que muitos já conseguem entender o que se passa por lá, agora que eles estão um pouco mais pobres e fica mais barato e cômodo importar amantes exóticos e sempre disponíveis em qualquer banlieur de uma grande cidade, do que viajar para lugares cada dia mais perigosos. Acrescentem a essa vigorosa hipótese minha o fato da profunda efeminação do homem europeu que, não apenas deixa de saciar uma mulher europeia ao se tornar gay, como passa a exigir um macho para ele também, dobrando a demanda e explicando porque a grande maioria dos refugiados sejam homens na faixa de vinte a trinta anos (fajuta é a tese de que só os fortes aguentam imigrar em condições tão severas! Eu, criado na beira do caudaloso e traiçoeiro Rio Pardo, sou capaz de atravessar aquela porqueira do Mediterrâneo a nado em um intervalo menor do que você, loira, pronuncia M I I N T E R R A N D O!). Uma vez lá instalado, em Londres, Paris, Berlin, e amancebados com uma coroa sueca ou com um viado belga, imediatamente começam a mandar fotos pelo Snapchat para seus parentes no Magreb e na Arábia convidando-os a virem também a engrossar o caldo da suruba europeia (não confundir com caldo de sururu baiano, que brocha!) Segundo a mitologia, Europa era uma ninfa raptada por Zeus em forma de touro branco, hoje é essa mesma ninfa, chulada e safada como a “véia de Macron” que arde com fogo nos quartos e dana a sequestrar jumentos sibaritas disfarçados de camelos refugiados!
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